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    • Aforismos, Pensamentos, Epitáfios & Pilhérias.
      As formas poéticas ou estilos canônicos clássicos não se limitam ao seu uso ordinário. A monotonia de qualquer modelo quebra-se subitamente quando a irreverencia assume vanguarda dos estilos. Contaminar com o riso historicamente foi o modo como poetas fizeram para moralizar os costumes e desmascarar a hipocrisia de sua época, seja para aproximar a tão elitizada literatura do quotidiano (e portanto de temas ditos menos nobres para serem objeto da apreciação estética) seja para levar às classes populares temas e críticas sociais capazes de mobilizar a opinião pública em relação ao ideário do momento sobre dado assunto. Mas deixando a enrolação de lado, esse grupo foi criado para você exercer o seu direito de escarnecer o próximo (seja ele quem for) aqui você poderá dar indiretas, diretas, escrever frases de efeito ou qualquer tipo de texto cujo cerne seja uma sentença moral ou filosófica. Nosso objetivo é que você lave a alma e aponte o crime alheio, seja o crime visto como algo bom ou mal... Escolha o melhor estilo literário e ataque, a regra é satirizar, escarnecer e apontar. A única regra é enquadrar a pilhéria em um estilo literário de pequeno formato. Pegue sua metralhadora de mágoas e atire no alvo! Vamos aos trabalhos!
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    • CONTOS
      Grupo oficial de contos do clube.
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    • CRÔNICAS
      Grupo destinado para criar, comentar e discutir sobre crônicas.
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    • Desafio Literário do Mês
      Um Desafio do Mês consiste no quê? Nossa proposta é que seja algo como um Estudo Dirigido, um torneio de comentários ao texto. Por que estudos dirigidos em literatura? Ora, para nos desvencilharmos de velhos hábitos, e da humana dificuldade em renunciar ao procedimento clássico, seu verbalismo, pompa & circunstância mediados por clivagens socialmente (e porque não dizer, poderosamente) estabelecidas. O escritor, e a literatura como fenômeno estético, se realizam no leitor, é no leitor que a literatura se realiza como ato final em sua dialética de criação, portanto, é por meio da recepção que um texto ganha sentido no mundo e existência historial. Renunciar ao classismo exegético implica abrir veios no status quo do establishment acadêmico (e colonialista do eixo centro-periferia) que se arroga monopolisticamente o sentido e a intepretação socialmente difundida e aceita como certa, como valorada e valiosa. Aqui abrimos mão de tudo isto. Dar sentido ao mundo perpassa por meu corpo, meus poros, meu sistema nervoso, minha cultura, gênero, cor e classe, minhas teias de significado não se abrigam dentro das vozes autorizadas da crítica literária, porém se irradiam em outros níveis, em outros sentidos e contextos, procurando novas texturas onde o meu eu-no mundo seja o lócus da realização estética de um escritor que talvez se esfacele no meu mundo. Aqui nesse grupo espera-se que você tome de assalto os textos que mensalmente serão postados nesse espaço. Analise-o, comente sob seu centro de gravidade psico-lógico-sociocultural (não, esse termo não existe!). Vamos às regras do grupo: 1. Na primeira semana de cada mês será escolhido um texto para ser objeto de discussão neste grupo. 2. O texto poderá ser sugerido por qualquer membro. 3. A escolha será feito por enquete, sendo eleito o texto que obtiver melhor votação por maioria simples (50% + 1 dos que estiverem presentes no dia da votação). 4. Os membros deverão propor novas leituras, novas interpretações e insuflar o conflito perene até o término do ciclo de leitura do texto em questão. 5. Para bom andamento dessa proposta, espera-se que os membros discutam, com conhecimento de causa, por tanto, com os textos devidamente lidos. Que o conflito seja o nosso motor, e a dinamite o nosso artefacto criativo! Sejam bem vindos!
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    • Haikai & Ideogramas
      Em uma de suas definições, Haikai é descrito como "uma percepção súbita a partir de uma sensação concreta". Gênero poético de origem japonesa, cuja forma fixa consiste em um terceto composto de dois versos de cinco sílabas métricas e um com sete. O Haikai difere dos gêneros ocidentais em forma e essência, não há rimas, não há sequenciamento lógico no encadeamento frásico dos versos. Sua estrutura compositiva difere da ocidental no componente racional, pois não infere sequencias lógicas no seu desenvolvimento compositivo (como um soneto, ou uma trova, ou qualquer outra modalidade poética que informa ao fim uma conclusão), o haikai imprime em sua estrutura minimalista o princípio da montagem, um arguto comentador assim expõe seu mecanismo poético interno : "no processo de composição, duas coisas que se somam não produzem uma terceira, mas sugerem uma relação fundamental entre as partes". Por aí se tira que o haikai foge aos tipos de poemas que aludem ao silogismo aristotélico, pois em seu encadeamento, o haikai sugere em três linhas (versos) o imagismo, o ideograma como unidade de sentido, e a justaposição metafórica do 季語 (kigo) que é a palavra japonesa que define os humores de uma estação do ano ou da natureza e também o 裂地 (kireji) palavra que corta a imageria de modo disruptivo, lançando outra seção imagética ou sequência filosófica/contemplativa. Entre seus poetas japoneses mais conhecidos estão Bashô, Buson, Issa, Shiki e Haiga. O sol de inverno: este cavalo congela a minha sombra. (Bashô, 1687) Por este caminho, Ninguém já o percorre, Salvo o crepúsculo. (Bashô, 1690) Que tal a gente praticar a arte japonesa do haikai? Mas não só escrever, vamos pontuar o haikai de cada autor com uma nota de 0 a 10 que daremos no comentário da postagem do haikai que cada um escrever. Que comecem os jogos!
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    • 1 mês, 1 semana atrás

       Baleia, a cadela

    • POESIAS
      Este espaço foi criado para todos aqueles que discutem, escrevem ou apenas apreciam a poesia como gênero literário. Aqui espera-se um tornei de discussões sobre autores, textos consagrados, recepção e fortuna crítica, bem como apresentação de novos poetas. E a todos que se deixarem tocar pelo encanto das musas, ou pela faina da escrita na luta com as palavras, e tiver um poema para nos presentear, não se acanhe, este espaço também é seu, porque... Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã! Sejam Bem vindos!
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    • POESIAS
      POESIAS Este espaço foi criado para todos aqueles que discutem, escrevem ou apenas apreciam a poesia como gênero literário. Aqui espera-se um tornei de discussões sobre autores, textos consagrados, recepção e fortuna crítica, bem como apresentação de novos poetas. E a todos que se deixarem tocar pelo encanto das musas, ou pela faina da escrita na luta com as palavras, e tiver um poema para nos presentear, não se acanhe, este espaço também é seu, porque... Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã! Sejam Bem vindos! (by Rhade Xam)
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    • Quem Conta Um Conto Aumenta Um Ponto
      Você já ouviu falar de telefone sem fio? Pois é, são aquelas narrativas que começam em alguém e vão se desenvolvendo pela contribuição de inúmeras vozes que se apropriam daquele primeiro texto, com novas interpretações, adicionando novos elementos até a coisa fugir do controle, e por vezes até sair do próprio contexto inicial. Que tal a gente fazer esse jogo literário aqui? O texto coletivo pode ser construído de muitas formas, basta dar um título e escrever a primeira linha, as próximas serão dadas aos demais participantes. Vamos tentar! Ah, e não esqueça de enumerar o seu trecho! 😀
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    • Quem Conta Um Conto Aumenta Um Ponto
      Você já ouviu falar de telefone sem fio? Pois é, são aquelas narrativas que começam em alguém e vão se desenvolvendo pela contribuição de inúmeras vozes que se apropriam daquele primeiro texto e vão adicionando novos elementos até a coisa fugir do controle e por vezes do próprio contexto inicial. Que tal a gente fazer esse jogo literário aqui? O texto coletivo pode ser construído de muitas formas, basta dar um título e escrever a primeira linha, as próximas serão dadas aos demais participantes. Vamos tentar! 😀
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    • 1 semana, 5 dias atrás

       Baleia, a cadela

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      Em honra, glória e louvor a Petrarca. (em construção)
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    • tRoVa
      A trova é o gênero poético mais popular em língua portuguesa, consiste em versinhos arrumados em quadras (quatro versos) que podem rimar de várias formas (ABAB; ABBA; ABCB), mas que no final sempre encerra um sentido fechado em si mesmo, ou seja, que não precisa ser complementado com outros versos de outras quadras poéticas. Que tal a gente fazer trovas usando o último verso da trova anterior? Pois é, é isso mesmo que a gente vai fazer aqui, eu jogo a primeira, vocês fazem as demais partindo do último verso (sempre da última trova que foi feita), e assim por diante. Mas ó, tem que ser trovas com redondilha maior (versos com sete sílabas métricas)! Ah! Já ia esquecendo, enumere a sua trova pra gente saber quem foi o último! Vumbora! 1. Sou a oitava Maravilha Que apareceu no universo; Sou credor de eterna fama Tanto em prosa como em verso!
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    • tRoVa
      A trova é o gênero poético mais popular na língua portuguesa, consiste em versinhos arrumados em quadras (quatro versos) que podem rimar de várias formas (ABAB; ABBA; ABCB), mas que no final sempre encerra um sentido fechado em sim mesmo que não precisa ser complementado com outros versos. Que tal a gente fazer trovas usando o último verso da trova anterior? Pois é, é isso mesmo que a gente vai fazer aqui, eu jogo a primeira, vocês fazem as demais partindo do último verso (sempre da última trova que foi feita), e assim por diante. Mas ó, tem que ser trovas com redondilha maior (versos com sete sílabas métricas)! Ah! Já ia esquecendo, enumere a sua trova pra gente saber quem foi o último! Vumbora! 1. Paraense é paraense, Carioca é carioca, Gaúcho sempre é gaúcho, Mas paulista vem de fora...
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